Com a boa situação em que vive a economia brasileira, se comparada à crise que assola países de primeiro mundo, o mercado náutico brasileiro atravessa um ótimo momento também. O crescente aumento dos “novos ricos” no país tem impulsionado mercados antes considerados de extremo luxo.

Estimativas apontam que o Brasil tem um barco para cada 293 habitantes, número ainda relativamente baixo se comparado à países como Estados Unidos (um barco para cada 23 habitantes) e França (um barco para cada 63 habitantes). Essa crescente demanda de mercado tem atraído para o nosso país diversas empresas internacionais e, entre elas, há o consenso de que com a Europa economicamente abatida, as vendas, agora, têm que acontecer no Brasil.

Por aqui, o comércio de lanchas novas de 7 metros é o principal da categoria, representando cerca de 70% do mercado total, embora a procura por iates e lanchas maiores, de 40 metros, por exemplo, tem crescido muito. Outra demanda crescente nesse mercado em ascensão é o de barcos usados. Especialistas garantem que se tomados alguns cuidados antes da compra, como verificações de horas navegadas ao ano, histórico de navegação, inspeção de velas, mastreação, ferragens, sistema de propulsão e motor, a compra de um barco usado pode ser uma ótima alternativa para quem não quer fazer um investimento muito alto.

Outro ponto importante é não se limitar a questões estéticas na hora de avaliar o barco usado. Por isso, desconfie de pinturas impecáveis e vá fundo na análise da parte elétrica e hidráulica também, isso evitará gastos futuros com a manutenção da embarcação.

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