O Governo brasileiro ultimamente tem incentivado a imigração de jovens que querem estudar em universidades conceituadas nos Estados Unidos. Em recente reunião que reuniu a presidente Dilma com a ministra norte americana Hilary Clinton, houve um acordo para que a entrada de brasileiros nos Estados Unidos seja facilitada, desde que estes tenham objetivos acadêmicos. Ponto para o Brasil. É de extremo bom gosto qualquer estímulo ao aprendizado, e – deixando o saudosismo brazuca de lado – é um ganho intelectual imensurável obter a chance de estudar nos EUA, o país com as melhores instituições de ensino do mundo.
O país precisa melhorar a educação básica
É óbvio que o Brasil tem Universidades da qualidade. A USP está na lista das melhores do mundo, inclusive posicionada na frente de algumas instituições americanas. Outras escolas também são boas, como, por exemplo, a UFRJ, UFMG, UFPE, e as PUCs espalhadas pelo país; mas obter conhecimento em instituições de ensino tradicionalíssimas do primeiro mundo é algo que não tem preço. E se o Brasil almeja pertencer ao grupo de países desenvolvidos, investir em educação é algo primordial. É uma pena que a qualidade do ensino básico e médio das escolas brasileiras não está nada bom.
A evasão escolar – abandono da escola – é um problema recorrente em todas as regiões brasileiras, e mesmo aqueles que seguem adiante não tem condições de disputar de forma justa, uma vaga para entrar na faculdade com alunos de escolas particulares. A disparidade precisa acabar, para que todos tenham acesso à educação superior de qualidade, ou então terem condição de viajar para os Estados Unidos e cursar em Harvard.
Educação de qualidade melhora o IDH do país
Já pensou se todos tivessem condição de estudar nas melhores escolas de curso superior do Brasil e do mundo? Que bom seria se houvesse mais igualdade intelectual entre os estudantes brasileiros de diferentes classes sociais. Ainda estamos longe desse patamar – no qual os países com maior IDH do mundo já se encontram há muito tempo, mas se houver investimento massivo em educação acompanhado do contínuo inventivo para estudar fora, o Brasil terá, futuramente, excelentes físicos, astrônomos, ou arquiteto e advogado tributarista de renome. O que está esperando, Dilma?



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